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É esteta nata, busca equilíbrio nas formas e valoriza a beleza da expressão.
Em espirais, infinitos e furacões se reinventa no ato de trazer vida para as coisas. Um processo de construção contínua onde a arte, é uma forma de questionar e desconstruir, para voltar a criar de novo.
Com um toque terreno, ela encontra equilíbrio ao se conectar com a natureza e a sensação de assentar as mãos na terra. A organização e o equilíbrio, trazidos pela prática do yoga, são fundamentais para seu processo criativo.
Tocar, vivenciar, experimentar e saborear são experiências que enriquecem seu repertório, e trazem a tona a conexão com sua ancestralidade, caracterizada por sua aptidão ao manual, as coisas simples, belas e com a rotina e sinergia com a vida no interior.
Na gastronomia, ela encontra uma conexão com a agricultura, com esse alimento, de transformação e história. Valoriza o processo por trás dos pratos e inventa moda, uma maneira de se opor ao banal, desconstruindo os ritos, o óbvio.

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